sábado, 3 de novembro de 2012

DESCOBRINDO PORTUGAL


Como já disse anteriormente, conhecer Portugal não estava nos meus planos imediatos.  Mas, algumas circunstâncias me fizeram aproveitar minhas férias e passar 20 dias no país.  A princípio achei que era tempo demais e queria aproveitar pra conhecer algumas poucas cidade na Espanha. No entanto, acabei por ficar apenas em Portugal, e por estar muito pertinho dei um pulinho até Santiago de Compostela, para conhecer a mística igreja de São Tiago.

Quando viajo gosto muito de conhecer os costumes e os lugares que não estão muito nos roteiros tradicionais dos tipos "Conheça Portugal, Espanha em 5 dias", e aí é uma corrida desenfreada para conhecer e fotografar os principais pontos turisticos.  Claro, que isso acontece muito por causa do pouco tempo que temos, além do valor de uma viagem mais longa.  Por isso, quando viajo planejo uma cidade ou um país que gosto muito e o exploro bastante. Em Portugal não foi diferente, vinte dias em uma país pequeno, de carro, com estradas maravilhosas, deu pra conhecer Portugal de Norte a Sul.

O meu primeiro contato com a terrinha foi em uma aldeia na região de Alto Trás-os-Montes, Chaves.  Lá, habitam parentes do meu marido e fomos recebidos com todo o calor dos portugueses de aldeia.  Uma mesa farta com muito bacalhau, pernil, batatas, doces e tudo regado a muito azeite e vinho caseiros, deu entrada a dez dias de muita comilança!!

Apesar da presença de dois religiosos (uma freira e um padre), foi muito divertida e proveitosa essa convivência, pois partilhamos de uma experiencia cotidiana, dificilmente vivida quando visitamos um país pela primeira vez.  Além disso, os casos, as piadas e as comidas, principalmente as comidas caseiras, nos aproximaram e nos fizeram sentir em casa.

 
E o que falar da lingua?  É estranho e engraçado estar em outro país, europeu, ouvir e ler em todos os lugares sua própria lingua.  Para quem tem problemas com idiomas é uma mão na roda não ter que se preocupar com isso.  A não ser quando eles falam muito rápido, e aí... pede pra repetir!

Portugal me conquistou.  Pela simpatia dos lusitanos, pelas aldeias medievais muito bem preservadas, pelas ruas limpas, pela educação dos vendedores e pela comida farta.  Mais ainda, por estarem em crise financeira, pelos baixos preços, dos hotéis aos souvenirs!!


domingo, 5 de agosto de 2012

Viajar? Para viajar basta existir!

Esse pequeno poema de Fernando Pessoa reproduz bem o que sinto!  E viajar não é só de um lugar para o outro fazendo turismo, mas também, lendo um bom livro, vendo um bom filme ou simplesmente sonhando acordada.  Tudo que leva para uma outra dimensão, sem tirar os pés do chão.   Viajo de todas essas maneiras, mas gosto mesmo é de conhecer outros lugares, pessoas e culturas.  Quem dera tivesse mais dinheiro e tempo.  Mas, há quem tenha tudo isso e não saia de seu próprio mundo.

Faz um ano, que realizei o meu sonho de conhecer Paris.  Ainda sinto cada cheiro (bons e ruins), recordo cada lugar, cada lanche que fiz.  Falei pouco da minha viagem aqui, coloquei poucas fotos, até agora não me entendi.  Talvez, por não conseguir expressar toda a minha experiência, todas as minhas sensações.  Ainda lembro de todas elas, e não vai faltar oportunidade de contar sobre elas.

Hoje estou colocando a mochila nas costas e partindo de novo para uma nova aventura.  Desta vez, para Portugal.  Já li roteiros turísticos, gastronômicos e "gastonomicos" também.  Se bem que compras nunca é meu principal objetivo.  A não ser alguns "souvenirs" para dar aos parentes e amigos.  Levo pouca bagagem e apenas o essencial.  Que o peso seja só de boas recordações.

Bacalhau, pasteis de Belém, sardinhas, queijos, vinhos e muita história me aguardam.  Embora, a comida portuguesa não me agrade muito, se estamos na chuva é para nos molhar.  Portanto, o que vier eu traço!

Estou indo descobrir a terra de Cabral, ver o ouro que levaram de nós, ver a mistura de culturas e de suas influências lusitanas.  Conhecer o fado da Mouraria, imortalizado por Amália Rodrigues.  Vou conhecer também os portugueses e as portuguesas de bigodes!  Enfim, muitas emoções me esperam.

Volto com a bagagem cheias de histórias para contar.  Até breve!













Imagens de 
http://www.pelaeuropa2012.com/2012/06/portugal.html

terça-feira, 3 de julho de 2012

Qual é a sua religião ou culto?


É com respostas a essa pergunta que o IBGE divulga a religião de mais de 190 milhões de brasileiros.  Calma, antes que você diga que não foi entrevistado, a pesquisa sobre religião é amostral.  Ou seja, apenas uma parcela da população (mas a amostra é muito grande) é entrevistada e, depois, essa amostra é ampliada para que possamos incluir todo o país.

O Brasil é o único país que pergunta sobre  religião no Censo Demográfico.  E, ainda que se diga que religião, política e futebol, não se discutem, os brasileiros gostam de saber a religião um do outro e, mais ainda, saber qual é a religião majoritária do país.  Somos um país laico, onde grupos religiosos decidem bastante em nossa sociedade.

Como especialista em sociologia da religião é muito interessante ver o mapa das religiões do Brasil.  Preferimos falar em diversidade de grupos religiosos, a diversidade religiosa, uma vez que somos um pais de maioria cristã.  Mas, a verdade é que temos muitas formas de crer e de manifestar essa crença, e não cabem mais dentro de apenas um grupo religioso.  Dizendo melhor, há brasileiros que declaram ter mais de uma religião!

O Censo 2010 mostrou a tendência das últimas pesquisas, onde podemos ver que ainda somos um país católico, mas, que esse  número vêm caindo; evangélicos e espiritas vêm crescendo, só pra falar  dos grupos com mais fiéis.  Mas, há também o crescimento daqueles que se declaram sem religião.  E, desta vez, destacamos aqueles que se declaram ateus e agnósticos.

A pesquisa possibilita muitas análises e revela que, através da religião, podemos conhecer um pouco mais da nossa nação! 

http://www1.folha.uol.com.br/poder/1112382-catolicos-passam-de-931-para-646-da-populacao-em-50-anos-aponta-ibge.shtml

sábado, 23 de junho de 2012

RIO + 20, EU FUI , E DAÍ?

Hoje é o primeiro dia sem o RIO + 20, a cidade aos poucos volta ao normal.  Descanso merecido de sábado, outras programações, não tem mais circo, "não tem mais brincadeira, ê, José! Não tem mais confusão, ê João!..." o espetáculo já passou !!!  Foi essa a minha sensação!  Muito show, muita encenação, muita mídia e no final, o que ficou? Sempre me preocupo com espetacularização da coisa séria.  Funciona mais ou menos assim:  a realidade é muito dura, vivemos no tempo da felicidade a qualquer preço, por que se preocupar tanto com o futuro, nem vou estar mais lá. Tá bom, vamos pensar um pouco sobre o assunto, mas junto, vamos fazer um showzinho , pois ninguém aguenta tanto problema, sem um espetaculinho!  E assim, a questão séria se perde num monte de imagens, sons, filas, correrias e mídia!  Se a proposta de tantas imagens, palavras e sons era transmitir algo, causar impacto e nos fazer refletir, uma platéia de mais de 200 mil pessoas não te permite isso.  Eu duvido que alguem tenha conseguido ler ou entender cada mensagem das salas que compunham o evento Humanidades no Forte Copacabana.  Eu me senti impactada, não com o que estava exposto, mas com a quantidade de gente que estava ali, não para refletir, mas para ver o espetáculo, tantas vezes exaltado pela grande mídia.  Políticos, autoridades, celebridades, todos querendo um pedacinho dessa platéia! Mas, graças a Deus, há aqueles que acreditam na coisa séria.  E, entre um espetáculo e outro, causaram algum desconforto! Desconforto, claro, pois a sociedade do espetáculo não quer ninguém questionando os seus métodos.  Passeatas, discussões, reflexões, nos acordando para a realidade incomodam muita gente e não dá ibope, pra que mostrar!  Ainda bem, que enquanto o circo passava, haviam aqueles que mostravam que não somos todos marionetes desse sistema que transforma coisa séria em teatro midiático. No que resultou tudo isso?  Um documento pífio, só pra justificar, tanta encenação, tantos gastos, tanta conversa jogada fora.  Coisa séria, vai se empurrando com a barriga.  Vamos curtir a copa, as olimpiadas.
Viva a socidade do espetáculo!!!
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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Meu Cartão Postal

Hoje, quando abri minha caixa de correios havia apenas uma correspondência.  Solitária, como que me aguardando para resgatá-la daquele lugar frio e receptáculo apenas de contas, anúncios e propagandas.  Também, algumas revistas, pois ainda não me rendi às leituras online.  Esta correspondência, tratava-se de um cartão postal, não qualquer cartão, mas de um feito de próprio punho, desenhado especialmente pra mim, cujo o assunto só alguém que me conhece pode definir.  Embora, eu já soubesse que iria recebê-lo, as coisas do dia-a-dia me fizeram esquecê-lo, mas quando o vi ali, no cantinho, solitário, me enchi de alegria.  Talvez o autor do cartão não saiba, mas eu tenho todos os cartões e cartinhas-poemas que ele me enviava, lá naqueles tempos, quando ouvíamos Legião Urbana, Beatles e John Lennon; quando ainda trocávamos correspondencias e não somente e-mails.  Dizia a ele, que quando fosse famoso, podia me dar ao luxo de dizer que possuia os seus primeiros trabalhos.  Ele pode ainda não ser "famoso", mas suas obras têm se aperfeiçoado cada vez mais, e nós, seus amigos temos nos beneficiado disso, já que ele compartilha conosco desse talento tanto de escrever, quanto de desenhar.  

Gil Moulin, muito obrigada por essa surpresa, muito obrigada pelo cartão, muito obrigada pela sua amizade.
Não sou muito boa com poemas, muito menos com desenhos,  mas, em retribuição deixo todo o meu carinho e amizade.  Grande beijo!



quinta-feira, 14 de junho de 2012

RIO + 20 - O QUE ISSO TEM A VER CONOSCO?


Hoje começam os trabalhos da RIO + 20, vinte anos depois da RIO ECO 92.  De lá pra cá, o que mudou de fato?  A preocupação é a mesma: diminuir o impacto da humanidade no planeta terra, ou seja, consertar o estrago que nós mesmos fizemos ao planeta, e consequentemente a nós mesmos.  Segundo especialistas poucas coisas mudaram nesses 20 anos para cumprir esse objetivo.  Algumas das discussões que dominarão a Rio+20,  já estavam na pauta de 1992.

Não há dúvida que a consciencia ambiental mudou. Tratos com o meio ambiente, cuidado com o lixo, incentivos à reciclagem e o uso de produtos que agridam menos o ambiente tem pautado agendas em todas as sociedades quando o assunto é proteger o planeta.  O problema é que numa sociedade de consumo, onde TVs e celulares são descartados a cada segundo e as ruas estão abarrotadas de carros, o nosso desafio ainda é muito grande.

Não vou discorrer sobre o assunto, pois não tenho conhecimento para isso, mas apenas colocar algumas questões para refletirmos. Pois, mesmo sabendo que há pessoas honestas e preocupadas com o problema ambiental e com o nosso futuro, os maiores responsaveis por essa degradação, as empresas capitalistas, poucos vão fazer para mudar esse quadro.  E, se o fizerem é para que evitem os próprios prejuízos.

Lendo sobre o assunto, achei Paula Brügger, professora do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina.  Em seu livro Educação ou adestramento Ambiental? A autora coloca muito sabiamente  a questão ambiental não é apenas a história da degradação da natureza, mas também da exploração do homem (que também é natureza!) pelo homem.”  Mas, nos habituamos a não nos considerarmos parte do sistema. Não associamos a degradação da natureza com a nossa própria degradação.  Nos achamos superiores e, portanto, como tais, temos domínio sobre ela.  Poucos são aqueles que ainda vivem da natureza da forma mais primitiva e dela tira seu alimento e a respeita. Queremos fazer isso agora, tardiamente, mas ainda assim, com algum lucro.  Proteção ecológica agora é econegócio.

Um exemplo disso, é o sucesso dos biocombustíveis, mas às custas de trabalho quase escravo.  E o que dizer da grife Zara, que mesmo sendo denunciada por trabalho escravo ainda assim teve um senhor lucro no ano da denuncia? Sem contar a crueldade com os animais para sustentar os conglomerados de fast-foods como Mac Donald´s, Burger King, FKC, etc, e as condições sub-humanas dos trabalhadores dessas empresas.

A pergunta que não quer calar.  Essas empresas abrirão mão de seus lucros pelo bem do planeta?
E, nós, abriremos mão dos nossos luxos pelo bem comum?  Deixaremos de frequentar os Mac Donald's mesmo sabendo que eles são os maiores responsáveis pela poluição do planeta? Deixaremos de comprar carros, mesmo sabendo que os recursos naturais para mantê-los andando custa muito caro à natureza? Deixaremos de trocar de celulares, laptops, tvs, mesmo sabendo que o lixo ecológico faz um tremendo mal à natureza e a nós mesmos?

No entanto, é o que querem nos fazer crer, que somos nós, o lado mais fraco dessa corda, os culpados por tudo de ruim que está acontecendo no planeta, e aí fomos alertados para  apagar nossa luz, tomar nosso banho mais rapidinho e usar sacolinhas ecologicas para dizer que estamos ajudando o planeta e assim ficarmos  de bem com a nossa consciencia.  É um começo, mas não é tudo

Qual é a nossa participação? Enquanto continuarmos alimentando o consumismo desenfreado promovido pela economia capitalista, que nos acena a cada dia com mais necessidades que não tínhamos até então, nada vai melhorar.  A natureza tem seu tempo, é devagar, com sabedoria.  A nossa necessidade de consumo é rápida, é destruidora, é burra!
Será que o Planeta aguenta!



http://www.nopatio.com.br/ecofriendly/cupula-dos-povos-por-uma-outra-rio-20/




Leia e saiba mais sobre o assunto!
  • Sucesso dos biocombustíveis esconde trabalho sub-humano (http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=trabalho-sub-humano-canaviais&id=5434);  
    http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/janeiro/trabalho-escravo-ainda-e-pratica-frequente-nohttp://www.coletivoverde.com.br/zara-trabalho-escravo/
  • Bem-estar animal agita acionistas de grandes empresas do agronegócio  
  • McDonald’s rejeita proposta contra obesidade infantil - http://hypescience.com/mcdonalds-rejeita-proposta-contra-obesidade-infantil/ 
  •  http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2012/06/dois-anos-depois-lanche-de-mc-donalds.html

domingo, 13 de maio de 2012

MÃE!


Há pouco tempo acabei de ler "Precisamos falar sobre Kevin" de Lionel Shriver  E, este livro, entre outras coisas trata daquilo que nenhuma mulher gosta de admitir:  que nem todas nasceram para ser mãe, que quando uma mulher acaba cedendo às pressões da sociedade, de que precisa ter filhos, isso pode ser bastante frustante e trazer problemas para toda a família, inclusive criar uma criança desasjustada.  Quando resolvi ler o livro, uma amiga comentou que, quem desejasse ter filhos não deveria lê-lo.  Mas, penso justamente o contrário, o livro é muito impactante, muito reflexivo.  E, só veio reafirmar algumas coisas em que eu já cria, tais como:



  • Embora as mulheres tenham nascido com a capacidade de gerar filhos, nem todas nasceram para ser mãe.  Vejo isso todos os dias nos telejornais.  Mulheres jogando seus filhos fora, como se fossem lixo; matando-os de tanto espancá-los porque não tem paciência para criá-los.  Deixando-os sozinhos em casa ou na companhia de outras crianças, para se divertirem. 
  •  A maternidade não é tudo na vida de uma mulher.  Crescemos com a idéia de que para sermos felizes precisamos ser mãe. A sociedade ainda cobra isso o tempo todo das mulheres.  Ouço várias mulheres dizerem que só foram felizes depois que tiveram filhos.  Há muitos mitos em torno da maternidade, e vamos passando isso de geração em geração ainda.  É possível ser feliz sem filhos, conheço muitas pessoas que o são.  Eu não tenho filhos, por opção, e sou feliz!  Amo crianças, cuido delas quando é preciso, leio sobre educação, gosto de trocar fraldas, contar histórias, desenhar, sentar no chão e etc.  Mas no final do dia devolver para os pais!  rsrsrsrsrs.  Uma vez ouvi uma mulher dizer que depois que teve filhos passou a ter mais compaixão pelas crianças de rua.  Que tristeza, pois quando olho uma criança de rua tenho compaixão como se fossem meus filhos.  Esse mito de que só quando se é mãe se é capaz de fazer determinada coisa me parece muito limitante!
  • Filho é coisa séria.  A coisa mais fácil do mundo é fazer filho, é prazeroso até.  Pari-lo pode ser pouco dolorido, se for por cesariana ou um pouco mais se for normal.  Hoje em dia, poucas são as mulheres que querem "sofrer" pra ter filhos.  Eu também escolheria o menos dolorido.  Dificil é criar, educar, abrir mãos de muitas coisas para se criar um filho.  Outro dia fui ao shopping e tinha um casal com um bebe que acabara de sair da maternidade (com certeza ainda nem tomara as primeiras vacinas), que chorava agoniado.  Eu me pergunto, que mãe é essa que não consegue deixar de ir ao shopping por pelo menos três meses pelo bem estar do seu filho?  Dizem que eu sou radical e sou!  Ser mãe é abrir mão de coisas sim!  Pelo menos, enquanto o filho ainda depende dela.  Quando se tem um filho não se é mais livre para fazer o que quiser; o bem estar da criança vem em primeiro lugar, é assim que eu penso. Não que a mãe não possa mais se divertir, ter um tempo só pra ela, sair, ir ao cinema.  Mas, expor uma criança até tantas horas na rua porque "não vai deixar de fazer nada por causa de filho" é paradoxal!  
  • Ser mãe deve ser uma decisão séria.  Ter paciência, gostar de crianças, saber que vai ter que abrir mão de algumas  coisas, que nunca mais vai dormir em paz, que a responsabilidade sempre será mais dela,  disso não ter a menor dúvida, são pré requisitos para querer tornar-se mãe.  Não porque a sociedade cobra, não porque a idade está avançando e é preciso logo ter um filho, não porque o companheiro quer; a decisão tem que ser da mulher, porque é ela que vai ser a mãe.  Porque, com raríssimas exceções, no final quem fica com todas as responsabilidades são sempre as mães.

  • A todas as mães, que dedicam ou já dedicaram seu tempo, seu amor e até toda a  beleza para cuidar dos seus filhos um FELIZ DIA DAS MÃES.  Às mães, como a minha, que teve que ser pai e mãe ao mesmo tempo, um PARABÉNS REDOBRADO!