terça-feira, 15 de novembro de 2011

NOS ENGENHOS DE PERNAMBUCO - IGUAPE

Há bastante tempo queríamos conhecer os engenhos de acuçar, na região nordeste do país. Pelas nossas leituras (recomendo Antigos Engenhos de Açúcar no Brasil, Fernando Tasso Fracoso Pires) sabemos que não há mais muito deles, pelo menos em bom estado de conservação. Aproveitando uma viagem à Pernambuco para participar de um congresso, aproveitamos para fazer um pequeno roteiro e conhecer o que fosse posssível dessa outra parte da história.
Como a parte de hospedagem fica sempre com William, eu não tinha a menor idéia onde iríamos ficar. Gosto de surpresas!! Só sabíamos que iríamos à Recife (onde ocorreria o congresso), Vicência e Itamaracá.
Descobri assim que cheguei em Recife que ficaríamos 4 dias em um antigo engenho, em
Vicência, na Mata Norte de Pernambuco, longe de tudo e de todos, sem internet e sem celular. Hospedada em uma Casa Grande, com acomodações para turismo rural ecologicamente correto, em contato com a natureza, rodeados de animais.

Mas, a minha grande surpresa e prazer foi conhecer o dono do Engenho Iguape , o Seu Pascoal. Tudo a ver com o lugar, pessoa simples, bom de papo e muito, muito hospitaleiro. Naquele fim de semana (ficamos de sabado à terça-feira) só tinhamos nós, ou seja, uma casa enorme só pra nós, ele e os empregados.
Um imprevisto aconteceu, a empregada principal do engenho ficou doente e sr Pascoal teve que contratar com urgencia uma moça para fazer o serviço, pois nao daria mais tempo de nos avisar e cancelar. Se, de um lado foi ruim para ele, que trabalhou mais, para nós tudo ficou mais intimista, pois ajudei a forrar nossas camas e até pra cozinha eu fui, para fazer café.
Além de muito bom de papo, o sr Pascoal tinha outra qualidade: amar os animais. Gatos, cães, patos, galinhas, pavões e até uma burrinha, transitavam pelo engenho sem nenhum problema ou estranhamento.
E, o que mais me encantou foi ver a Castanha (nome da burrinha) casa a dentro em busca do café da manhã. Além disso , podemos ver galinhas pondos seus ovos por todo lado.

A casa é muito aconchegante, cheia de artesanatos locais, fotos antigas, que contam um pouco da história do lugar, móveis antigos, portas e janela imensas, além de ser bem fresca. Senti até um pouco de frio durante a noite. Acordávamos muito cedo, por isso íamos para a cama cedo também. Durante a noite ouvíamos sons da noite na roça, sons de grilos, e vimos vagalumes, cada vez tão raros.

De manha, é possível caminhar ao redor da propriedade, o próximo engenho fica a quase 2 km. Uma boa caminhada antes do almoço. Ir até a cidade, só de carro, são mais de 7 km de estrada de terra. Para me poupar não encarei a caminhada, fiquei na casa lendo. Aproveitando o silêncio e a paz.
Sr Pascoal nos levou para passear, nos apresentou pessoas (artistas locais) e lugares. Nos contou histórias, de como os engenhos foram substituidos pelas usinas, e como tem lutado para preservar um pouco mais o seu próprio engenho.

Foram 4
dias de muito descanso, tranquilidade e contato com a natureza.

Vale a pena conhecer.



sexta-feira, 11 de novembro de 2011

EU TENHO ARTRITE REUMATÓIDE!



Eu tenho artrite reumatóide desde os 4 anos de idade. Tenho 42, portanto, são muitos anos tratando de uma doença crônica que deforma as articulações e limita os movimentos. Aos 24 anos fiz uma artroplastia total de quadril, substituição total das articulações do quadril por prótese (hoje as melhores são de titanio), na época raridade para minha idade, só se fazia quando não havia mais jeito. As próteses tem tempo de vida util em torno de 10 anos, o que significa ter que trocar muitas vezes quando se é muito jovem. Mas, graças a Deus, passados 18 anos, só precisei fazer um pequeno ajuste em uma peça que gastou (como carro, preciso fazer revisão e manutenção anualmente, rsrsrs).

Durante todo esse tempo levo uma vida normal, estudei, viajo muito e trabalho. Faço mais até do que devia, para desespero da minha mãe, que acha que eu abuso. Durante mais de 20 anos a doença deu uma trégua. Eu não tinha mais nenhuma dor ou sintoma da artrite (que é uma doença autoimune), "apenas" as sequelas, ou seja, as deformações e, no último caso a substituição das juntas desgastadas por próteses!

Mas, há uns 3 anos atrás tive uma crise e voltei a ter dores, inchaços e vermelhidões nas articulações, e desde então trato com cortisona e metotrexato. E algumas delas, tais como, cotovelo, punho, joelho e tornozelo voltaram a me incomodar bastante.

E os tornozelos são os que mais me incomodam ultimamente (fisica e emocionalmente). Além das dores (as vezes insuportáveis), a dificuldade em andar me deixam doente, pois me limitam e eu odeio limitações. Já tenho viagens agendadas para o proximo ano e preciso dos meus pés bonzinhos!!!

Ontem, fui ao ortopedista (que cuida de mim há 18 anos) e fiquei sabendo que dificilmente escaparei das cirurgias nos pés. Saí de lá bem desanimada e ainda estou (acho que por isso precisei usar o blog para desabafar um pouco).

Sou um pessoa otimista e raramente me deixo desanimar (o que, segundo meu reumatologista, é muito importante, para quem tem esse tipo de doença), mas às vezes sou fraca. E, nesse momento to me sentindo assim. Estou em casa de repouso por 15 dias, e antes da cirurgia, vou experimentar um calçado feito sob medida, para ver se é possível adiar um pouco mais a cirurgia.

Ser otimista o tempo todo às vezes cansa, mas é preciso seguir em frente, já que não tem outra saída. Não sou Pollyana (alguém lembra do jogo do contente?), mas mesmo assim, acredito que sempre há coisas piores. Ainda tenho 2 pés, mesmo que *#%didos (rsrsrs). E, assim, vou andando. Talvez tenha que adiar minha próxima viagem, mas por pouco tempo!!

Meu reumatologista sempre diz que eu preciso contar/compartilhar essas coisas para dar força para outras pessoas que passam pelos mesmos problemas. Reluto um pouco com isso, mas aí vai um pouquinho dessa experiência!!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O PRIMEIRO MULTIFOCAL NUNCA VOU ESQUECER!!!


Comecei a usar óculos na adolescencia!! Nunca quis usar lentes, não queria mais esse trabalho. Nunca tive problemas com os óculos. A não ser nos dias muito quentes, quando eles escorregam mais no rosto suado. E, quando chove, é um problema. Ainda nao inventaram um parabrisa para óculos.

Sempre os usei para longe (miopia e astigmatismo) e nunca precisei tirá-los para ler. Os troco todo ano, adoro óculos novos.

Mas, no início desse ano começaram os problemas. Eu não conseguia mais ler ou usar o computador com os óculos, estava tendo que tirá-los ou, tendo que olhar por cima deles para poder ler. Ou seja, para ler eu não precisava. Mas aí era um tira e bota infernal. Colocava para ver longe e tinha que tirar para escrever ou ler.

Resolvi voltar no oftalmo e contar do meu desconforto. Ele riu e me disse: "Bem vinda aos problemas dos 40". Em tom de brincadeira é engraçado, mas quando voce se dá conta de que esse é mais um sinal de tua decadencia humana, isso nao tem a menor graça.

Refeito os exames, la vamos nós para as óticas, procurar um belo oculos, que em nada pareça um multifocal. Isso, depois de várias pessoas dizerem que eles são horríveis!! Dá enjoo, que não dá pra descer escada e por aí vai! Enfim, vamos nós.

Chegando na Ótica um belo rapaz, novo e todo simpatico vem me ajudar a escolher meu primeiro multifocal. E ele também sabe que isso é um problema para as que tem mais de 40, não adianta mais esconder a idade, se é essa a intenção. Todo educado ele pergunta: "A senhora já tem um modelo?" Pronto! Senhora, multifocal, voce se sente a idosa com o óculos na ponta do nariz.

Mas, depois de escolher, dentre vários, o mais bonito, e provavelmente um dos mais caros também, mando fazer.

Depois disso, passo a ouvir as recomendações para quem vai usar esse tipo de óculos pela primeira vez. E, um misto de sentimento toma conta da gente. Que sensação mais estranha, é ficar ouvindo que agora voce tem que olhar no centro do óculos, abaixar a cabeça e não mais só os olhos para olhar para o chão ou descer escadas, não olhar mais de soslaio, mas ter que virar a cabeça inteira, feito mulher com burca! Sinceramente? Eu me senti horrível!

Dez dias depois fui buscar meus óculos! Lindo! Como recomendação, só comecei a usar no dia seguinte, pois assim eu acordaria e começaria a usá-lo imediatamente, dando a oportunidade dos meus olhos e meu cérebro se acostumarem mais rapidamente.

Eu comecei bem, não tive problemas com as escadas (segui a orientação, baixando toda a cabeça), mas tive muito enjoo e fiquei ligeiramente tonta. Mas, depois de uma semana de uso, ja estou totalmente adaptada. E, estou adorando não ter mais que tirar e colocar os óculos várias vezes. Mas, que me senti mais velha, me senti! Agora sou multifocal!!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Ó MORTE, ONDE ESTÁ Ó MORTE A TUA VITÓRIA?

"Ó morte, onde está ó morte, a tua vitória, Jesus ressuscitou!!" Este é um cântico conhecido nas igrejas evangélicas. Cantamos sempre em momentos de alegria, pois cremos que a morte não é vitoriosa; a morte do crente é o encontro dele com o Cristo vitorioso! A morte da carne é a ressurreição da vida, da vida eterna ao lado de Deus.

Mas quando perdemos uma pessoa que amamos muito, fica muito dificil cantar que a morte não é vitoriosa. E, mais ainda, ouvir nos sermões que aquele que amamos agora está ao lado de Deus, compartilhando ao lado d'Ele maravilhas que só quem parte para lá pode usufruir. É dificil nos convencer disso, quando estamos de luto.

Sinceramente, creio que por mais que amemos a Deus e que creiamos que estaremos ao seu lado quando morrermos, nos custa muito "perder uma pessoa para Deus".

No final da semana passada perdemos uma moça, uma moça de 44 anos, que morreu tão rápido e inesperadamente, que ainda estamos nos perguntamos como isso aconteceu. Ela partiu deixando mãe, irmãos, marido, um filho de 13 anos (Que ainda não entendeu porque Deus leva a mãe dele e o deixa órfão tão cedo!) e amigos enlutados. Nunca estamos preparados para perder quem amamos, ainda mais quando partem tão cedo! Não aceitamos a morte prematura de pessoas novas, do bem e com tanto futuro pela frente! Mãe nenhuma aceita enterrar um filho! Nós, que temos a mesma idade ou quase perto, tememos: podia ser eu! E eu tenho tanta coisa ainda pra fazer.

O final do cântico diz: Onde está ó morte a tua vitória, Jesus ressuscitou!
Para o crente evangélico a morte não é o fim, mas o começo da vida eterna. Aquele que morre em Cristo não conhecerá a morte espiritual. O corpo morre mas o espírito viverá para sempre ao lado do Cristo ressuscitado. Cristo morreu e ressuscitou! Assim será com aquele que crê em Cristo. Morrerá mas ressuscitará, em um novo corpo, em um novo tempo, em uma nova terra.

É com essa fé que, o crente em Jesus Cristo, supera a morte. Estamos no mundo e sujeitos às coisas do mundo, assim diz a Biblia. Portanto, não estamos livres do perigo, das doenças e nem das interpéries da natureza. E, se Deus permite que essas coisas aconteçam a seus filhos, é porque ele nos dará o conforto para superá-las. E o crente em Cristo é assim. Chora, sofre, mas segue a vida sorrindo, pois se "Deus é por nós, quem será contra nós" e nem a morte é capaz de nos fazer afastar desse Deus!






terça-feira, 26 de julho de 2011

ESTOU DE VOLTA!!


Meu Deus, quase 3 meses depois da última postagem, estou de volta!! Foram tantas emoções!!
Um mês em Paris, com a promessa de que faria do meu blog um diário, aconteceram tantas coisas que não deu tempo pra escrever! Mas tá tudo na cabeça e, eu vou postar ainda as fotos e minhas impressões dessa cidade maravilhosa!

Já estou de volta à rotina, aos meus gatos, ao meu gato, à familia, ao trabalho, às minhas coisas, à minha vida! De volta aos cursos (frances, fotografia, SAS), congresso (vou ao ALAS, congresso de Sociologia), aos livros (romances em frances, pra treinar)!!

E, de volta ao meu blog!! Voltarei a atualizá-lo.
Até breve!

(A foto acima foi tirada no Jardim de Luxemburgo, Paris)

domingo, 8 de maio de 2011

NOTRE DAME DE PARIS!!

Após dormir o sono dos justos e me dar conta de que acordei mesmo em Paris, que não foi um sonho, peguei meu livrinho de passeios (Guia de passeios em Paris da PubliFolha) e escolhi o passeio que conta um pouco do começo da cidade.

Decidi conhecer o metrô; pedi que minha "host family" me ensinasse como proceder e como fazer para comprar um cartão com passagens de metrô e onibus para um mês. Feito isso, parti. Não foi dificil, perguntando direitinho, consegui chegar na estação correta.

Quando saí do metrô, foi que realmente me senti em Paris! Nossa, olhar aqueles prédios todos, aquelas pontes, construções seculares, o Rio Sena, a Torre, mesmo que de longe, foi emocionante!! Nem uma Nikon conseguiu registrar tudo que vi. Pois junto do olhar está a emoção, a história que aprendemos e, que de repente salta dos livros bem na nossa frente!

Seguindo o roteiro (quase igual, não fosse eu errar o mapa), fui conhecendo um pouco mais dessa história. Há muitos turistas por aqui, a diversidade de povos também é grande. É muito interessante ver tantos negros vestidos com suas roupas africanas. E o que dizer dos muçulmanos, muitas mulheres usando seus trajes característicos. Uma verdadeira babel, dá a impressão de que temos que estar preparados para falar todas as linguas!

Andei, fotografei e finalmente cheguei na Catedral de Notre Dame! E, é de tirar o fôlego!! Após fotografar de todos os ângulos do lado de fora; até consegui que alguém me fotografasse, entrei!!

Nossa, tamanha foi minha emoção! Que lugar deslumbrante!! Agradeci imensamente a Deus por está ali! Por ter conseguido realizar esse sonho! Passei muito tempo lá. E ter muito tempo pra fazer isso é muito bom. Saí de lá, visitei o jardim ao lado e caminhei mais um pouco. Voltei para comprar um ingresso para um Concerto de Canto Gregoriano, na quarta, e para ouvir uma apresentação de órgão que se daria às 16h30.

Terminada a apresentação voltei para casa, estava muito cansada; além disso as baterias da câmera tinha acabado. Voltei de ônibus. Depois de descobri qual me deixaria perto de casa, aproveitei a viagem para conhecer um pouco mais da cidade.

Os ônibus são muito bons. O acesso é permitido aos animais de estimação; adorei ver os cachorrinhos andando de onibus (e de metrô). Mães e pais (aliás, tenho visto muito homens carregando crianças) podem entrar com carrinho e tudo; e os idosos são respeitados!

O ônibus pára na altura do meio-fio, e não precisa de nenhuma engenhoca para permitir que cadeirantes entrem. C'est très facile! Sinceramente, não sei como complicaram tanto o acesso de cadeirantes nos ônibus do Brasil.

Amanhã começa o meu curso! Vamos ver como vou me sair!!
Au revoir!!

PARIS! COMEÇANDO PELO FIM!

Pois é, cá estou em Paris! Um sonho sonhado há muito tempo. Do tempo que eu nem em sonhos me imaginava aqui. Mas, o mundo dá voltas e, nessas voltas me deixou aqui. Cheguei!! E fui muito bem recebida pela Cidade Luz, que com o sol brilhando me recebeu de braços abertos!


Bien. Como eu acredito, Deus está viajando comigo e, portanto, nada saiu do normal. Voo, imigração, hospedagem, tudo na mais perfeita ordem. Por incrível que pareça ainda tive que explicar pro motorista de taxi como chegar no endereço. Pode?? Santo Google maps, pois já havia visualizado o prédio e o entorno, além de saber que o cemitério mais famoso da cidade ficava por perto! Pronto, foi eu falar no cemitério e o chauffeur se encontrou!!

Apesar do imprevisto com o endereço, pois a agencia de intercâmbio colocou um número errado, o resto foi tranquilo. Agora é dar tempo a adaptação.

Estou morando em um apartamento com uma madame de 54 anos, muito simpática e falante. Cheguei à noite com dor de cabeça, por causa do esforço pra entender tudo que era dito. Ela diz que é casada e que o marido trabalha à noite. Eu ainda não o conheci. Se ela tem filhos não consegui compreender ainda (rsrsrsrs) ela "parle très rapide".

Terei que me acostumar com a "salle de bains" (onde tomamos banho) e o Toilette (o nosso lavabo) separados. Além disso, não tem chuveiro, to tendo que me arrumar com uma ducha, e sinceramente, to me enrolando toda. Quero pedir um tapete pra pôr na banheira, pois estou com medo de escorregar, mas não sei como pedir isso em francês (rsrsrs).

Tirando isso, o resto é bem tranquilo. Tem até wi-fi, e eu posso me comunicar com todos de casa mesmo, nao vou ter que sair pra ir a um Café. Feita as apresentações, fui pra rua, conhecer o entorno e aproveitar pra fazer o primeiro passeio.
Onde todos terminam eu comecei; pelo cemitério. Fui conhecer o Père Lachaise, o cemitério mais famoso da cidade.

Gente, definitivamente, mapa e eu não nos entendemos. Ele diz pra ir para um lado, eu vou para outro. Me perdi várias vezes, e nessa me cansei demais. Quando eu cheguei finalmente no cemitério, estava morta!! De cansada, é claro!

Mas, antes de disso, peguei ônibus (duas vezes para chegar no mesmo lugar), desci errado e uma senhora muito simpatica me ajudou, até ingles falou comigo, pra ver se eu me situava melhor. Isso desmitificou totalmente a idéia de frances antipatico. Todas as vezes que precisei de ajuda, prontamente, me ajudaram. Sorte? Acho que minha simpatia conta! (rsrsrsrs)

Depois de finalmente ter encontrado a rua que daria no cemitério, resolvi almoçar, pois estava faminta. Há muuuuitas opções de lugar para comer e, para minha surpresa o preço não era essa exorbitância toda. Comi muito bem por 11 Euros.

Antes de sair fui ao toilette e voces nao vão acreditar, fiquei presa. Já imaginou ter que pedir ajuda em francês. A minha sorte é que logo depois veio uma mulher e percebeu que eu estava presa e pediu ajuda. Ninguém merece!

Enfim, cheguei ao cemitério!! E tinha muita gente!! Todas vivas! (rsrsrsrs). Gente, eu não andei nem metade do cemitério. Ele é muito grande. Guias turisticos de cemitério se esbarram lá dentro. Não fosse seguir um deles (assim, na surdina) eu não chegaria a nenhuma sepultura famosa. Mas a de Kardec, eu achei sozinha!! Tinha um monte de gente lá rezando perto dele.

O Cemitério é grande e bonito. E claro, como é um ponto turístico, limpo e bem conservado. Aí estão algumas fotos desse meu primeiro passeio.

Cheguei em casa morta de cansada. Não saí mais, dormi um pouco, pois 10 horas de voo é muita coisa. Ainda não decidi meu proximo roteiro. A bientôt.