segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Visita à CASA COR!!


Sábado fui com minha amiga Cris(que conseguiu os convites) visitar a CASA COR. Saimos de lá deprimidas (rsrsrs). É muita coisa bonita pra tão pouco dinheiro!! Mas valeu! São muitas idéias legais, e mesmo que não possamos comprar tudo, dá pra ter uma noção! Adoro decoração! E estou na expectativa de ter uma casa, então, tudo que vejo fico imaginando como ficará na casa nova! Só sonhando...

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

ECOPREOCUPAÇÃO OU ECOMODA?


Costuma-se dizer que quando o mundo acabar sobrarão as baratas (que sobrevivem a qualquer circustância) e as fraldas descartáveis (que levam de 300 a 400 anos para serem completamente absorvidas pela natureza).E outro dia me dei conta, de que não há uma campanha contra as fraldas descartáveis. De repente, houve uma guerra às sacolas plásticas, mas nas fraldas ninguém toca!

E aí, pensando melhor sobre essas questões (não que eu não pense nelas sempre), em prol do planeta, todos, de repente, de uns anos pra cá, resolvemos ser defensores da natureza. Depois de sugarmos bastante do que ela possuia e nos oferecia, percebemos que ela pode acabar, que estamos acabando com ela. De repente, percebemos que precisamos preservá-la, ou será o nosso próprio fim.

Mas o quanto, ou, o que estamos dispostos a abrir mão?

As mulheres modernas estão dispostas a voltar a lavar fraldas de pano, para evitar a poluição da natureza pelos resíduos deixados pelas fraldas descartáveis?

E o forno de microondas, a maquina de lavar, secar, as tvs de LCDs (que ficam obsoletas semanalmente)? Estamos dispostos a trocar por fornos à lenha, lavar roupas na bacia, secar ao sol?

Sem falar no celular. Alguém pode sobreviver sem um? Só no Brasil há pelo menos 2 celulares para cada habitante. E tem gente que troca de celular quase que mensalmente.
E pra onde vai todo esse lixo tecnológico? Hoje, a maior preocupação de todas as nações?

O Brasil está perto de chegar a 4,5 carros por habitantes. Cidades como São Paulo, já estão fazendo rodízio de carros, por causa dos grandes engarrafamentos. Tem gente que não consegue ir à padaria (ao lado da casa) à pé, ou de bicicleta. Resultado disso: indivíduos acima do peso, sedentários e o pior, uma poluição danada e horas para se chegar ao trabalho.

Esses são muito dos exemplos de que estamos longe de abrir mão de algumas modernidades para "ajudar" a natureza. E isso se chama CONSUMO! Consumimos demais, destruimos nosso ecossistema, e não sabemos depois o que fazer com o lixo.
E aí, vem o modismo. As "ecobags" são o grande barato do momento.

Mas nem tudo está perdido, e há realmente movimentos e pessoas preocupadas com isso. E, já que não é possível deixar de consumir determinados bens, é possível reciclar o lixo produzido por todo esse consumo. E reciclar é muito legal.

Já há roupas sociais, de mesa, cama, banho e até travesseiros feitas de fibras de garrafas pets recicladas; já há fraldas descartáveis ecológicas, sacolas plásticas que se autodestróem com um tempo bem menor. E muitas outras alternativas para quem quer viver de bem com a natureza.
Mas essa mudança só é possível a partir da nossa própria consciência, de uma reciclagem interior, e o apóstolo Paulo já falava disso: "E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento" (Romanos 12.1,2)

domingo, 5 de setembro de 2010

FOTOGRAFIAS - meu passatempo


Sempre gostei de fotografias. Acho que deve ser algum trauma de infância, pois, como minha familia sempre foi muito pobre não tinha como fazer muitas fotos de quando eu era criança, não tenho fotos até completar 9 anos. Então, depois que comecei a fotografar não parei mais.

Tenho muitas fotos, muitos álbuns. E não sou do tipo que tem o computador como álbum e tela de descanso como porta-retrato. Eu imprimo (com cameras digitais, não revelamos fotos, mas imprimimos!) todas as fotos que gosto e as coloco em belíssimos álbuns, com legendas que indicam os nomes dos lugares, datas e etc. Gosto muito de depois poder pegar meus álbuns e relembrar os momentos.

Acho que as minhas fotos sempre foram boas, ganho até elogios. Mas as limitações das máquinas digitais estavam me limitando também. Então, resolvi fazer um curso de fotografia! Bem básico, mas pelo menos para conhecer um pouco das técnicas e melhorar a qualidade de minhas fotografias.

Estou adorando, e os meus modelos principais têm sido William e os meus filhotes gatinhos e o quintal da casa da minha mãe (vejam as azaléias). Comprei uma câmera linda, e estou treinando. Clicando tudo que vejo.

Ontem fui ao Jardim Botânico e tentei por em prática alguns dos aprendizados do curso, mas ainda tenho muito do que aprender para usar todo o potencial da câmera.

Mas, na fotografia o que vale mesmo é o olhar do fotógrafo, dizem os profissionais. Concordo com eles, mas a qualidade vem também com o bom uso da câmera, e eu estou nesse caminho.

Aí estão algumas das minhas primeiras fotos com minha nova câmera fotográfica!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

1001 VISITANTES!!


Demorei muito para decidir criar um blog, sinceramente, achava que não daria muito certo. Do que eu ia falar? Não queria ter mais um blog com críticas sociológicas sobre política, violência e etc e tal. Pensava em escrever sobre coisas legais que aconteciam por aí, pelo nosso país, pelo mundo. Quando comecei a pesquisa, percebi que é mais fácil falar de coisas ruins do que achar coisas boas. Deixei pra lá.

Depois pensei em registrar minhas viagens, contar das experiências, dar dicas, etc. Mas aí vi também, que tinha blogs que faziam isso muito melhor que eu. Então, pensei, não sei sobre o que escrever!

Foi então, que decidi escrever sobre coisas boas que aconteciam comigo mesma, das minhas curiosidades, das coisas que ouvia por aí, pelas minhas andanças, sobre as minhas viagens, minhas impressões sobre livros, sobre filmes, e sobre tudo mais, que fosse legal. Uma coisa seria certa, aqui não entrariam notícias ruins. Não que elas não sejam importantes de serem discutidas, mas há outros blogs fazendo isso (rsrsrs).

Mas, tudo isso, pra dizer, que eu não acreditava que teria tantas visitas, comentários e elogios! Por isso, estou aqui para AGRADECER A TODO MUNDO QUE VEM AQUI FAZER UMA VISITA, DEIXA UM COMENTÁRIO, E VOLTA SEMPRE!! Isto me deixa muito feliz e disposta a escrever mais sobre coisas boas!! E se você tem coisa boa e quer compartilhar, seja bem vindo!
OBRIGADA!!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

DESPEDINDO-ME DE MANAUS


Manacapuru, Eirunepé, Manués, são algumas das cidades do Amazonas que não tive oportunidade de conhecer. Mas achei os nomes bonitos, indígenas, cada um com significados tão delicados, mas fortes. Seguindo com os nomes que não conhecia, eu comi pirarucu, pacú, tucunaré; tomei sorvete de taperebá, comi chocolate de cupuaçu, de cubiu; tomei muito suco de graviola, de cupuaçu; tomei tacacá, bebi os guaranás tuchaua, baré; provei de tudo. Mas ficou faltando experimentar o X-caboquinho, um sanduiche de tucumã com queijo coalho e banana frita.

Conheci Manaós (Manaus) e hoje me despeço dessa cidade. Posso dizer que a conheci bastante. Andando de carro ou a pé de um posto de coleta do IBGE a outro, fui conhecendo cada pedacinho desta histórica cidade da borracha. Desse tempo, pouca coisa restou. A cidade, agora, se enfeita rumo à Copa de 2014. Esperança para os manauaras que esperam que isso torne a cidade mais limpa, mais bonita, mais divulgada. Fui conhecer o belo e intrigante encontro dos Rios Negro e Solimões, onde o grande Rio Amazonas se forma; vi o povo brasileiro que mora na beira do rio, que habita em flutuantes, que vive de acordo com o sobe e desce dos rios.

Senti muito calor! Êta terra quente! Mas também me diverti bastante. Me aventurei, fiz novas amizades, me arrisquei, ri, nos assustamos (Eu,Lilian e Paulo)num passeio ao cais (área vermelha, segundo o taxista que nos tirou de lá). Fui em áreas nobres e outras nem tão nobres assim.

Fiz compras, muitas compras. Acho que minha casa agora lembrará muito o Amazonas, pois terá muito artesanato indígena; comprei chocolates para os amigos, família e claro, pra mim tambem, e ainda sabonetes de frutas nativas. Vou de bagagem repleta, de coisas, de aventuras, de vida.

Qualquer dia eu volto!
Não consegui ver o boto cor de rosa.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Por não estarem mais distraídos!!


Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria e peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque - a sede é de graça, mas as águas são uma beleza de escuras - e ao toque brilhava o brilho das águas deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles se admiravam estarem juntos!

Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial da palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela que estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque eles não estavam mais bastante distraídos. Só porque, de súbido exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que já eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.

(Clarice Lispector)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

MANAUS II - UM PASSEIO PELOS RIOS NEGRO E SOLIMÕES


Viajar a trabalho tem que ter vantagens. E uma delas é passear no final de semana. E foi o que fiz. Aproveitei para conhecer um pouco mais de Manaus. Aproveitei o pacote do hotel e fui fazer o passeio fluvial, isto é, conhecer o Rio Amazonas, encontro dos Rios Negro (de água escura, como coca-cola) e Solimões, de agua um pouco mais clara.

Passeio de pacote é sempre divertido, acabamos por conhecer várias pessoas de diversos estados e países. Os gringos, então, adoram conhecer nossa terra, e o Amazonas é cheio de turistas querendo conhecer nossa floresta. Assim sendo, feitas as amizades é só curtir o passeio, que fica bem mais animado; ainda mais quando estamos sozinhos na cidade, como eu estava.

Vamos de barco até o encontro dos rios, depois seguimos conhecendo as comunidades ribeirinhas (pessoas que moram bem na beira dos rios), continuamos pelo rio esperando que algum bicho, pássaro ou jacaré apareça. Duvidando muito, já que com aquele barulho todo das canoas à motor é impossível que algum fique por lá.

Paramos pra almoçar, comprar os artesanatos produzidos pela comunidade indígena e conhecer as vitórias régias. Tudo muito fascinantes. Até crianças indígenas, fantasiadas de indígenas (não soa esquisito?) são motivos de muita alegria e fotos. Será que é a tentativa de resgatar nosso passado indígena?

A volta é de puro regozijo de passar um pouco de tempo em contato com a natureza. Voltamos com mais vontade de preservar o que ainda resta do nosso paraíso!!