sexta-feira, 16 de abril de 2010

OS ANIMAIS SEMPRE NOS SURPREENDEM...

Sempre que leio notícias sobre animais que adotam, de alguma forma, outros animais diferentes de suas espécies, me emociono. Pois, se contrariando seus instintos, muitas vezes de aversão a uma outra determinada espécie, eles se dedicam a cuidar de outros abandonados, que lição nos dão. Nós "o animal racional", deixamos nossa própria espécie abandonada, muitas vezes morrendo de fome, devíamos aprender com eles. Vejam que belos exemplos para nos inspirar!

Galinha 'adota' sete cachorros no RS



Galinha que ‘adotou’ gatos sai de ninho e filhotes são amamentados



Cadela adota veado como filhote nos Estados Unidos



Tartaruga adota filhote de hipopótamo no Quênia



Cadela adota filhotes de panda em Taiyuan, na China



Cão e gato mantêm amizade inusitada com porquinhos no Reino Unido



Galinha e cão viram amigos inseparáveis em fazenda



Gata chama atenção nos EUA por amamentar cãozinho órfão



Cadela amamenta porquinhos órfãos em fazenda nos EUA



Nós podemos ser completamente diferentes mas,
ainda assim, podemos (e devemos) ser mais humanos (ou seria mais animais?)!!


JANELA PRIVILEGIADA












A minha mesa de trabalho fica ao lado de uma ampla janela, no oitavo andar de um prédio comercial. Da minha janela, eu tenho a vista do Pão-de-Acuçar (vejo os bondinhos subirem e descerem o tempo todo), dos Arcos da Lapa (e já sei também os horários do bonde de Sta Tereza), vejo a Catedral Metropolitana (ouço seus sinos ao meio-dia e às 18h), além do Cristo Redentor (ao longe, mas agora todo emaranhado de andaime, por causa de reformas, coitado!)e do Convento das Carmelitas (Morro de Santa Tereza), cuja iluminação à noite tem estado linda! Pois é, não tenho do que reclamar, tenho uma bela vista, sento em um lugar invejado por todos.

Tudo isso pra dizer que hoje, sexta (último dia útil da semana; se bem que acho que os dias úteis são mesmo sabado e domingo), enquanto o sol brilha lá fora, e nos faz esquecer esses últimos dias catastróficos de chuva, eu estou aqui dentro, deixando de aproveitar o ar livre. E, aproveitando uma pausa depois do almoço, escrevo como forma de registrar este lindo dia, pra agradecer a semana, mas também torcer pra chegar o fim do dia e eu ir pra casa, e também pra compartilhar com vocês o bom (minha janela)e o ruim (ficar aqui dentro, enquanto o sol lá fora, brilha!)
E neste instante os bondinhos se encontram (subindo/descendo).

quarta-feira, 14 de abril de 2010

CRECHE PARA IDOSOS


O Brasil está se tornando um país de idosos. A pirâmide etária brasileira está se estreitando na base (jovens e adolescentes) e se alargando na ponta, com um significativo aumento do contingente de idosos, cuja expectativa de vida tem ultrapassado os 80 anos. Daí que somos um país jovem mas com muitos idosos! Resulta nisso a melhor qualidade de vida, melhores serviços médicos dispensados aos idosos, e dezenas de outras formas dermatológicas e cirúrgicas para retardar a velhice.

Hoje, quando ia para o trabalho, ao passar por uma rua - que passo sempre, mas nunca havia reparado – observei que em uma casa de repouso para idosos estava escrito “temos creche para idosos, de segunda à sexta”. Isto me chamou a atenção e fiquei imaginando os velhinhos chegando na tal creche, sendo levados pelas mãos de seus filhos e filhas, e quem sabe, até dos netos! Fiquei pensando nessa inversão, pais que levam seus filhos para a creche e lá os deixam para ir trabalhar (necessidades da vida moderna), daqui há alguns anos serão levados pelos filhos do mesmo modo.

Fiquei tentando entender o que significava exatamente uma creche para idosos. Seria porque há um discurso de que o velho volta a ser criança, volta a usar fraldas, não pode mais responder pelos atos, tem que ser tutelado, etc? Vira um incapaz? Será que lá na creche ele vai ter companhia de outros amiguinhos, vai “brincar”, comer e dormir? Fui procurar a definição de uma creche para idosos e encontrei:

“Uma iniciativa que visa oferecer aos idosos um local onde possam passar o dia enquanto seus familiares trabalham. Na creche o idoso tem acompanhamento médico e psicológico”

“Assistir ao idoso em suas necessidades físicas, psíquicas e sociais, sob regime de internato de curta ou longa permanência. Com o objetivo de proporcionar ao idoso, condições dignas de vida, respeitando suas necessidades básicas, conforme o estatuto do Idoso”

E ainda, "Nas creches, os idosos teriam atendimento especial e a companhia de outras pessoas para conversar durante o dia. À noite poderiam reencontrar seus filhos e parentes".

É isso, na creche os idosos teriam companhia para conversar, jogar, ver televisão, enquanto seus familiares trabalham. Dizem ser melhor do que uma casa de repouso, já que podem voltar para casa toda noite. Imagino que, ao chegar em casa, esses idosos, já de banhinho tomado, vão fazer seu lanchinho e depois vão pra cama, porque já conversaram bastante, e seus parentes estarão muito cansados do trabalho para lhes dá ouvido.

Posso estar sendo um pouco crítica e preconceituosa com tais formas de proceder com nossos idosos. Cada um tem sua história e suas necessidades. Essas são as agruras da sociedade moderna. Mas, se parecem facilidades, soa também como indiferenças do mundo moderno.

Sinceramente, espero que nunca tenha que colocar minha mãe ou, eu mesma, vá parar um dia numa creche para idosos.

terça-feira, 13 de abril de 2010

HINO NACIONAL BRASILEIRO


Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil
Pátria amada,
Brasil !



Acho que poucos lembram que hoje nós comemoramos o dia da criação do Hino Nacional Brasileiro. Sua música foi criada em 1822, por Francisco Manuel da Silva (1795-1865)
A escolha da data foi em razão de uma manifestação em desacato ao ex-imperador D. Pedro I, quando o mesmo embarcava para Portugal, no dia 13 de abril de 1831.
Somente em 1909 que a linda composição ganhou uma letra poética, elaborada pelo então poeta e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927), sendo muito elogiada pelas referências que fazia às belezas de nosso país (http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-do-hino-nacional-brasileiro.htm)
Nosso hino é bonito, embora poucos saibam cantá-lo inteiro sem tropeçar!
Dá a maior emoção quando vemos nossa bandeira ser hasteada e nosso hino cantado, quando estamos no pódio de alguma competição! É de chorar mesmo! Sou do tempo em que só entrávamos na sala de aula depois de cantar o Hino Nacional. E até hoje tenho orgulho desse símbolo brasileiro!

JÁ BEIJOU HOJE?



"O mundo é grande e cabe
nesta janela sobre o mar.
O mar é grande e cabe
na cama e no colchão de amar.
O amor é grande e cabe
no breve espaço de beijar"

(Carlos Drummond de Andrade)

Hoje é dia internacional do beijo. Devia ser feriado, assim poderíamos passar o dia beijando muito!! Diz a Ciência que um beijo movimenta 29 músculos, queima calorias e libera a serotonina - o hormônio responsável do bom humor e alto astral . Queimando caloria ou não, é bom beijar e realmente ficamos com um astral bem mais legal. E todos os beijos são gostosos, roubados ou não, se dados com carinho. Na testa (aquele bem paternal), na bochecha, ou mesmo o tão badalado selinho, todos têm seus momentos. E o beijo dos apaixonados? Esperados pelos namorados, memoráveis em filmes e novelas, tem beijos para todos os gostos!
Hoje também é dia do jovem. Os jovens são os bejoqueiros por excelência! Estão iniciando suas experiências, e estão livres de qualquer impedimento! Querem aproveitar o máximo da vida! Beijam, amam com toda a alma. Vamos ficando adultos e perdemos um pouco essa aventura! Ficamos mais envergonhados, enjoados e sem motivação, quando caimos na rotina do dia a dia. Vamos aproveitar o dia, e como os jovens vamos nos permitir mais beijos. O dia ainda não acabou. Então, ainda há tempo de dar um beijo todo especial em que voce ama!!

sábado, 10 de abril de 2010

CÉU ESTRELADO NO SÁBADO DO RIO DE JANEIRO!

Depois de cinco dias de chuvas e de uma tragédia sem precedentes no Rio de Janeiro, finalmente um céu estrelado. E dá um conforto vê-las no céu, depois de tanta chuva e céu nublado! Durante toda essa semana, o único assunto foi a tragédia causada pela chuva. Toda a mídia (tv, radio, internet) explorou à exaustão o assunto e nós ficamos chocados e impotentes, só ouvindo as acusações sobre quem seriam os culpados. Mas também ouvimos muito sobre a solidariedade do povo. Povão, que ao invés de ficar discutindo quem são os culpados, põe a mão na massa e corre pra socorrer quem não tem mais nada. Não dá pra imaginar o sofrimento dessas pessoas. O mínimo que podemos fazer é ajudar como podemos e pedir que Deus console os seus corações! E que as estrelas sejam sinal de esperança e força para esses moradores! Que tenhamos um bom final de semana. Mas que a semana que passou não fique esquecida, mas seja lembrada quando formos às urnas em outubro!

(A imagem acima é de Marcella Carter (http://marcellacarter.arteblog.com.br/89952/A-lua-e-a-estrela/)

quinta-feira, 8 de abril de 2010

COMPANHEIRINHOS, MEUS GATOS!





























Até pouco tempo usava o celular como o meu despertador. Agora tenho dois despertadores naturais. Um puxa o meu cabelo, faz ronron bem na minha cabeça; outra puxa e morde o meu pé, ambos ficam me perturbando até que tenho que levantar, expulsar os dois do meu quarto, fechar a porta e dormir mais um pouco. Mas é muito bom, acordar e ver os meus dois companheirinhos indo atrás de mim, pra onde eu vou.
Adoro animais, especialmente gatos, mas no início fiquei preocupada em levar algum pra casa. Bichos são dependentes, dão trabalho, e como gosto de viajar, a preocupação era com quem deixar. Mas não resisti quando cinco gatinhos nasceram no telhado da casa de minha mãe e seriam abandonados à própria sorte se não tivessem ninguém que os adotassem. Peguei um macho, levei pra casa. Assustado e afastado da mãe, miava sofrido, de dar dó. Aos poucos foi se adaptando à nova casa e em pouco tempo já dominava tudo e conquistava nosso amor. Por falta de inspiração o batizamos de Júnior (ele era a cara do pai, que também morava no telhado). Sozinho, Junior tomou conta do pedaço; como filho único era o centro de todas as atenções e nós, eu e William, éramos o alvo de mordidas, de brincadeiras, de tudo.
William achou que era melhor ele ter uma companhia, pra brincar, principalmente porque deixávamos ele sozinho o dia inteiro! Meio relutante, em ter mais um gato em casa, desisti e aceitei o desafio. E aí pegamos uma gatinha. Era uma verdadeira ferinha. Pintadinha, parecia uma jaguatiriquinha. William deu a ela o nome de Juma (lembra? aquela que virava onça na novela Pantanal). Com Juma foi mais dificil a adaptação. Chegando um mês depois do Júnior, mais acostumada com o telhado, ela não deixava que ninguém se aproximasse. Mas o Junior adorou ter a companhia da irmã e fez de tudo pra conquistá-la. Demorou, mas ele conseguiu! Ele não nos abandonou, mas passou a dar mais atenção à nova companheira. Dois filhotes de gato em casa? Quem conhece sabe! Tive que tirar e guardar muita coisa. Pois a maior aventura deles é subir em tudo quanto é lugar! Corrida de obstáculos, correr pela casa toda, pulando em mesa, sofá, cômoda e etc. Já perdi alguns vasos, mas a alegria de tê-los em casa compensa. Têm ratinho de pelúcia, bolas e brinquedos por tudo quanto é lado. De vez em quando acho também minhas meias e meus sapatos fora do lugar que deviam estar! Hoje são meus companheiros, e agora enquanto escrevo correm pela casa brincando de pique!